quinta-feira, 29 de outubro de 2009

O perigo escondido dos produtos de beleza

As mulheres que utilizam diariamente produtos cosméticos chegam a absorver até dois quilos de químicos por ano. Alguns dos compostos presentes nos cosméticos estão ligados a efeitos secundários que vão da irritação cutânea até o câncer.

Uma das classes de químicos existentes nos cosméticos e que são prejudiciais são os parabenos. Traços de parabenos têm sido encontrados em amostras de tumores de câncer da mama.

Nove em dez mulheres utilizam também batom e rímel fora do prazo, que proporcionam terreno propício para a proliferação de bactérias nocivas. Muitas mulheres utilizam mais de 20 produtos de beleza por dia. Os efeitos destas múltiplas combinações de químicos são ainda desconhecidos.

Colocar químicos sobre a pele é na verdade muito pior do que ingeri-los, uma vez que quando se ingere uma determinada substância as enzimas existentes na saliva e no estômago ajudam a decompor e a eliminá-la do organismo. Contrariamente, quando se aplicam químicos sobre a pele, estes são absorvidos diretamente para a corrente sanguínea sem qualquer tipo de filtração, indo se instalar nos órgãos mais delicados, podendo causar num futuro até o câncer. Os parabenos, que aparecem no rótulo como metilparabeno, etilparabeno, propilparabeno, butilparabeno, isobutilparabeno ou E216, têm demonstrado ligações preocupantes com vários tipos de câncer.

Estudos realizados pelo "National Institute of Occupational Safety and Health", nos EUA, indicam que cerca de 900 dos químicos utilizados em cosméticos são tóxicos.

Felizmente, as mulheres começam a tornar-se mais conscientes deste problema e existem atualmente mais produtos cosméticos naturais do que antes. Mas lembre-se de que nos rótulos nem sempre contam a verdade toda. Não existem certificações governamentais ou diretrizes oficiais para os produtos de beleza, por isso qualquer empresa pode afirmar que os seus produtos são naturais ou orgânicos. Alguns cosméticos ditos "orgânicos" poderão conter apenas quantidades muito reduzidas de ingredientes orgânicos.



Texto adaptado de:

http://www.manz.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=293&Itemid=80

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

De que são feitas as vacinas

Vários excipientes são usados na produção de vacinas. Eis alguns:

Thimerosal - um derivado de mercúrio utilizado como conservante, é uma causa comum de reações sensíveis ou alérgicas. Estudos em animais também mostraram que o mercúrio pode inibir a imunidade. Desde o meado dos anos 90, os fabricantes sofrem pressão para remover essa substância química de suas vacinas, mas o progresso tem sido frustrantemente vagaroso. Uma revisão recente mostrou que alguns bebês que recebem vacinas contendo thimerosal são expostos a níveis cumulativos de mercúrio superiores àqueles considerados seguros.

Formalina - é uma solução diluída de formol utilizada para inativar vírus e desintoxicar toxinas. Quase 50 estudos mostraram uma relação entre o contato com formol e a leucemia e câncer de cérebro, colo e tecidos linfáticos.


Sulfato de alumínio - um adjuvante utilizado para melhorar a eficácia da vacina. Estudos mostram que vacinas que contêm alumínio causam mais reações que outras.

Também comuns são fenol, um desinfetante e corante; glicol etilênio, o ingrediente principal anticongelante; clorato de benzetônio, um antisséptico; e metilparabeno, um conservante e antifúngico conhecido por romper hormônios.

Foi revelado que as vacinas ainda podem conter outro perigo. Em muitas vacinas produzidas no final dos anos 80 e início dos anos 90 foram utilizados produtos bovinos obtidos em países onde a encefalite bovina espongiforme (doença da vaca louca) era um risco substancial. Nos EUA, a FDA repetidamente pediu que as indústrias farmacêuticas não utilizassem produtos de gado criado em países onde a vaca louca seja um problema. Entretanto, de acordo com uma reportagem no New York Times, cinco indústrias, inclusive a GlaxoSmithKline, a Aventis e a American Home Products, ainda estavam usando esses ingredientes no ano 2000 para fabricar nove vacinas amplamente utilizadas, incluindo as vacinas para paralisia infantil, difteria e tétano.

"As substâncias químicas são muito mais tóxicas em vacinas combinadas em uma única aplicação do que quando aplicadas separadamente." (Dr. Harold Buttram)

"Thimerosal é um dos componentes mais tóxicos que eu conheço,eu não me lembro de nada que seja mais letal." (Dr. Boyd Haley, perito em química da Universidade de Kentucky)


Fonte de pesquisa:
http://canil-impactbull.nireblog.com/post/2007/09/19/do-que-sao-feitas-as-vacinas

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

O outro lado dos cosméticos

Os cosméticos podem provocar câncer de mama, doença de Alzheimer, dores articulares, crises de asma, puberdade precoce, entre outras patologias.
A indústria cosmética é um dos setores industriais que mais crescem no país. O Brasil é o terceiro maior mercado consumidor de cosméticos, perdendo apenas para os Estados Unidos e o Japão.

Nesse mesmo ritmo acelerado também cresce a incidência de câncer de mama. De acordo com o Ministério da Saúde, são estimados a cada ano 50 mil novos casos, e as razões não são conhecidas.

Também são cada vez mais frequentes os casos de puberdade precoce. Uma avaliação recentemente feita nos Estados Unidos mostrou que um bebê recém-nascido usa em média oito produtos cosméticos diferentes, totalizando o contato com cerca de 50 agentes químicos diferentes até o primeiro mês de vida.

Uma das hipóteses que aqui levantamos é o uso indiscriminado e muitas vezes sem controle governamental de cosméticos habituais, que são tidos erroneamente como inócuos.

Eles em sua maioria possuem substâncias químicas sabidamente cancerígenas e outros xenobióticos que podem provocar câncer de mama, doença fibrocística de mama, fibroadenoma de mama, puberdade precoce, diminuição da memória ou da concentração, doença de Alzheimer, quadros de demência, osteopenia, osteoporose, crises de asma, dermatite de contato, alergia respiratória, rinite, conjuntivite, aumento do envelhecimento cutâneo, entre outras. Em animais podem provocar diminuição da fertilidade e da fecundidade e toxicidade para o feto (embrião).

A seguir listamos as substâncias usualmente encontradas nos cosméticos e seu potencial risco à saúde.


Formaldeído

Encontrado em germicidas e fungicidas agrícolas e formulações cosméticas. Estudo sugere que a exposição doméstica do formaldeído aumenta o risco de asma brônquica na infância e de sensibilização alérgica para alergênicos comuns do ar.


Parabenos

Encontrados na maioria das formulações cosméticas, como cremes, loções, desodorantes, sabonetes, além de alimentos e fórmulas de uso interno, como patê de fígado e outros embutidos cremosos. Os parabenos podem causar câncer de mama e puberdade precoce, ao lado de fenômenos como trombose e embolia. Estudo sugere que o parabeno encontrado em formulações dermatológicas se acumula no estrato córneo e promove o envelhecimento cutâneo. Podem causar dermatite de contato e sensibilidade por mecanismo desconhecido. Potencializa a radiação UV, causando efeitos prejudiciais à pele quando exposta à luz solar.


Silicone

Encontrado em cremes, loções, protetor solar, maquiagem, antiperspirante, desodorante, xampus e condicionadores. Discute-se o potencial papel do silicone na doença de Alzheimer.


Triclosan

Encontrado em desodorantes líquidos ou em barra, sabonetes líquidos, sabonetes antissépticos, produtos para banho, emulsões, xampus, produtos para barbear, pastas de dente, entre outros. Mulheres em fase de amamentação não podem utilizar cosméticos com triclosan porque tal substância passa para o leite materno.O triclosan pode sofrer degradação pela luz solar, formando uma substância cancerígena chamada diclorodibenzeno-p-dioxina.


Alumínio

Encontrado em desodorantes e antiperspirantes. O alumínio é um metal com número variável de elétrons na última camada e portanto é um gerador de radicais livres. Os radicais livres provocam o envelhecimento acelerado da pele e o aparecimento precoce de rugas. Alguns pesquisadores associam o alumínio na doença de Alzheimer. Em ratos verificou-se que a intoxicação crônica por alumínio diminui a absorção de cálcio pelos rins. Nos seres humanos o uso contínuo do alumínio nos cosméticos possivelmente prejudica o tratamento da osteopenia e da osteoporose na mulher.

Alquilfenol

Encontrado em xampus, tintura de cabelo, creme de barbear e produtos de limpeza doméstica. O alquilfenol tem efeitos estrogênicos mesmo em baixas concentrações, podendo desencadear doença fibrocística de mama, fibroadenoma de mama ou aumentar o risco de câncer de mama. Reduz a mobilidade dos espermatozoides, a fecundidade e a fertilidade em peixes. Na Europa está em andamento a regulamentação para diminuir o seu uso visando minimizar o impacto ambiental devido a sua toxicidade e a sua ação estrogênica.


PEG e seus derivados

Encontrado em óleos de banho, cremes, loções, maquiagem, creme dental, xampus, desodorantes, sabonetes e perfumes. Os produtos derivados do PEG utilizados nos cosméticos e no batom provocam dermatite alérgica de contato.


Óleo mineral

Encontrado em produtos cosméticos e filtros solares. Estudo demonstra que o óleo mineral contido em formulações cosméticas pode induzir à artrite.


Atualmente dispomos de uma nova categoria de cosméticos, os chamados cosméticos orgânicos, que seguem uma filosofia na qual se levam em conta fatores socioambientais e a sustentabilidade, além de serem isentos de todas as substâncias químicas maléficas à saúde citadas acima. Esses cosméticos são tão eficientes quanto os cosméticos tradicionais, porém com vantagens infinitamente maiores porque não produzem doenças.


Fonte de pesquisa:
http://www.medicinacomplementar.com.br/tema150508.asp

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Aditivos alimentares - onde mora o perigo*

Os aditivos químicos são produtos artificiais ou naturais utilizados para dar cor, consistência, sabor, odor e durabilidade aos alimentos industrializados. Entre eles estão os conservantes, corantes, antioxidantes, estabilizantes, aromatizantes, adoçantes, homogeneizantes, espessantes e emulsificantes. São identificados por códigos que confundem o consumidor.

Em nosso país é obrigatório constar nos rótulos os códigos correspondentes aos aditivos empregados. Entretanto, alguns alimentos deveriam trazer advertências sobre os efeitos dos muitos aditivos que estão presente neles, como é o caso da fenilalanina e do glúten.

No mundo de hoje, de 75 a 80 por cento dos alimentos consumidos são sujeitos a processamentos e os aditivos alimentares são utilizados dez vezes mais do que há dez anos.

Veja alguns dos principais aditivos químicos dos alimentos:


E102 (amarelo tartrazina) - corante amarelo-alaranjado de bebidas, pudins, molhos e doces em geral: produz hiperatividade infantil, crises de asma e reações similares às da aspirina.

E122 (azorrubina) - corante púrpura-avermelhado usado em bebidas de framboesa e confeitaria: produz as mesmas reações acima.

E124 (poinceau 4R) - corante vermelho usado em produtos à base de morango, balas, pudins e bolos: produz as mesmas reações acima.

E131 (azul patenteado V) - corante azul-violeta usado em confeitaria: produz hiperatividade infantil, crises de asma, reações alérgicas similares à da aspirina e outras intolerâncias.

E132 (indigotina) - corante azul usado em molhos e confeitaria: produz as mesmas reações acima.

E155 (castanho HT) - corante presente em muitos alimentos processados: produz as mesmas reações acima.

E210 (ácido benzóico) - conservante sintético para produtos à base de frutas, picles, peixe marinado e molhos para saladas: produz hiperatividade, crises de asma e outras reações alérgicas. Sugeriu-se que favorece a entrada de vermes no organismo, prejudicando especialmente o timo, órgão que produz as células de defesa do organismo.

E211 (benzoato de sódio), E212 (benzoato de potássio), E213 (benzoato de cálcio) - conservantes similares ao anterior: produzem as mesmas reações acima.

E249 (nitrito de potássio), E250 (nitrito de sódio), E251 (nitrato de sódio), E252 (nitrato de potássio) - conservantes usados em alguns queijos e em carnes cozidas em geral, presunto, linguiça, salsicha, etc.: causam hiperatividade e outras reações alérgicas, sendo especialmente prejudiciais aos bebês. Sugeriu-se que se transformem em nitrosaminas, substâncias cancerígenas.

E310 (galato de propila), E311 (galato de octila), E312 (galato de dodecila) - antioxidantes adicionados a gorduras e óleos encontrados em alimentos fritos: produzem hiperatividade infantil, crises de asma, reações similares às da aspirina e são especialmente prejudiciais para os bebês.

E320 (butil-hidroxianisol) e E321 (butil hidroxitolueno) - antioxidantes usados em margarinas e outras gorduras, assim como frituras: produzem hiperatividade infantil, crises de asma e outras reações alérgicas, sendo especialmente prejudiciais para os bebês.

E621 (glutamato monossódico), E622 (glutamato monopotássico), E623 (diglutamato de cálcio), E627 (guanilato dissódico), E631 (inosinato dissódico) e E635 (5-ribonucleotídeo dissódico) - intensificadores de sabor usados em carnes cozidas e enlatadas, tabletes de caldo de carne e de galinha, sopas prontas: produzem hiperatividade infantil, crises de asma, reações similares às da aspirina e outras, sendo especialmente prejudiciais aos bebês.


São muito comuns as reações alérgicas ou de hipersensibilidade, algumas até mesmo fatais, a muitos dos aditivos artificiais. As mais frequentes são a urticária, o choque anafilático, os eczemas, as dores de cabeça, a diarreia, o vômito, os eritemas, a hiperatividade infantil, a rinite e a asma.

Já os aditivos naturais provocam infinitamente menos reações nocivas, como é o caso da beterraba, do urucum, do cacau, dos carotenos, da clorofila, da cúrcuma, do pau-brasil, do pau-campeche, da páprica ou da riboflavina, para citar apenas alguns corantes naturais. Prefira os produtos que os utilizam e sempre que possível prefira alimentos frescos, frutas e hortaliças cultivadas organicamente.


*Texto adaptado do original de mesmo nome, escrito pelo Dr. Sérgio Teixeira, retirado de:

http://www.velhosamigos.com.br/autores/teixeira/teixeira12.html

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Alumínio: útil e mortal

Se seu cabelo está caindo, desconfie do alumínio. Esse metal, quando está excessivo no organismo, provoca grande oleosidade no couro cabeludo, que vai sufocar a raiz dos cabelos. Usar xampus contra a oleosidade ajuda, mas se você não eliminar a causa vai perder muito cabelo. Muitas vezes a queda de cabelos vem acompanhada de dormências ou formigamentos quando se fica na mesma posição (com de pernas cruzadas).

Além dos seus cabelos, todo o seu organismo está sendo prejudicado: o alumínio deposita-se no cérebro, causando o mal de Alzheimer (esclerose mental precoce) e expulsa o cálcio dos ossos, produzindo a osteoporose. Esse cálcio vai se depositar em outros lugares, produzindo bursite, tártaro nos dentes, bico de papagaio, cálculos renais... E também vai para dentro das artérias, estimulando a pressão alta e a possibilidade de isquemias cardíacas (infarto), cerebrais (trombose) e genitais (frigidez e impotência).

Para o Dr. MauroTarandach, da Sociedade Brasileira de Pediatria, está bem claro o papel do alumínio nas doenças da infância, graças ao avanço da biologia molecular no que tange ao papel dos oligoelementos na fisiologia e na patologia. Os sintomas clínicos da intoxicação por alumínio nas crianças, além da hiperatividade e da indisciplina, são muitos: anemia microcítica hipocrômica refratária ao tratamento com ferro, alterações ósseas e renais, anorexia e até psicoses, o que se agrava com a continuidade da intoxicação.

E como é que o alumínio entra no organismo? Através das panelas de alumínio, por exemplo, que vêm sendo proibidas em muitos países do mundo. Na Itália, famosa por seus restaurantes, nenhum deles pode usar essas panelas, devido à proibição do governo italiano. É que as panelas de alumínio contaminam a comida intensamente. Para você ter uma ideia, uma pesquisa da Universidade do Paraná demonstrou que as panelas vendidas no Brasil deixam resíduos de alumínio nos alimentos que vão de 700 a 1.400 vezes acima do permitido. Isso só ao preparar a comida. Se esta ficar guardada na panela por algumas horas, ou de um dia para o outro, este valor pode triplicar ou quintuplicar.

Viu por que vale a pena trocar de panelas? Mas não é só. Sabe as latinhas de refrigerantes e cervejas, hoje tão difundidas no Brasil? Pesquisa do Departamento de Química da PUC demonstrou que elas não são fabricadas de acordo com os padrões internacionais. Em consequência, seu refrigerante predileto pode conter quase 600 vezes mais de alumínio do que se estivesse na garrafa. Além do alumínio, foram demonstrados pelo mesmo estudo mais 12 outros metais altamente perigosos para a saúde nessas latinhas, como o manganês, que causa o mal de Parkinson, o cádmio, que causa psicoses, o chumbo, encontrado no organismo de muitos assassinos, e outros.

O alumínio tem espantosa versatilidade, sendo utilizado em muitas ligas metálicas. Depois do aço, é o metal mais usado no mundo, seja em panelas, embalagens aluminizadas, latas de refrigerantes e cervejas, antiácidos e desodorantes antitranspirantes, assim como vasilhames para cães e gatos comerem e beberem. Nestes, pode causar paralisia dos membros posteriores, que leva ao sacrifício precoce dos animais.

Em suma, o alumínio é muito útil, porém mortal.


Texto adaptado do original com o mesmo nome, escrito pelo Dr. Sérgio Teixeira e retirado de:

http://www.velhosamigos.com.br/Autores/Teixeira/teixeira1.html

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Contra o estresse, melão

“Componente presente na fruta pode ajudar a combater o estresse, aponta estudo”
Fernando Fischer

Cientistas franceses podem ter descoberto uma forma natural de combater o estresse: o consumo de melão. Em estudo recentemente publicado no Nutrition Journal, os especialistas destacam que um componente da fruta, chamado superóxido dismutase, tem propriedades antioxidantes benéficas que previnem o dano provocado pelos radicais livres nas células e tecidos.

Nos testes, os pesquisadores observaram um significativo efeito placebo em 35 voluntários que receberam uma cápsula sem princípios ativos, mas que durou apenas os primeiros sete dias de estudo. Por outro lado, aqueles que receberam pílulas com a enzima reportaram efeitos duráveis e mais fortes na redução dos sintomas de estresse e fadiga. Além disso, a enzima pareceu melhorar a concentração, reduzir a sensação de cansaço e irritabilidade e melhorar problemas de sono.

Os autores destacam, porém, que os resultados não provam ainda que o consumo da fruta, ou mesmo de um suplemento com o componente, possa reduzir o estresse e a fadiga. Assim, pesquisas maiores e de longo prazo são necessárias para confirmação.


Fonte:
http://www.todafruta.com.br

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Dieta mediterrânea pode agir contra a depressão

Fortemente relacionada à redução do risco de doenças cardiovasculares, a dieta mediterrânea mostrou efeito protetor contra a depressão em um estudo realizado com 10.094 pessoas.

Pesquisadores das universidades de Las Palmas de Gran Canaria e de Navarra (ambas na Espanha) avaliaram dados desses espanhóis, que preencheram questionários de 1999 a 2005 sobre a própria ingestão alimentar. Eles calcularam a adesão à dieta mediterrânea baseados nestes itens: maior ingestão de gorduras monoinsaturadas em comparação às saturadas, consumo moderado de álcool e laticínios, baixa ingestão de carne vermelha e alto consumo de legumes, frutas, oleaginosas (como nozes e castanhas), cereais e peixes.

Após acompanharem os voluntários por cerca de quatro anos, os pesquisadores identificaram 480 novos casos de depressão – a maioria (324 ocorrências) em mulheres. Os que seguiram a dieta apresentaram risco 30% menor de desenvolver depressão. Para chegar aos resultados, foram ajustados outros fatores influenciáveis, como estilo de vida, estado civil, doenças crônicas e uso de antidepressivos.

Trabalhos anteriores mostram que populações que consomem altas quantidades de peixes apresentam menores índices de depressão. Uma das explicações é que o ácido graxo ômega 3 (presente em peixes de água fria, como o salmão) influencia na estrutura do sistema nervoso central e no transporte de neurotransmissores.

Os ácidos graxos ajudam na formação da membrana celular, tornando-a mais fluida. A fluidez das membranas dos neurônios contribui para uma melhor plasticidade cerebral (capacidade de os neurônios se comunicarem), fator importante para o equilíbrio emocional do paciente.

A dieta mediterrânea também oferece bons teores de folato e vitamina B12 (presentes em vegetais, peixes e ovos), nutrientes que participam como cofatores na sintetização de serotonina no cérebro, neurotransmissor relacionado às alterações no humor.


Fonte de consulta:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u634046.shtml

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Epilepsia: tratamento natural ajuda e pode até curar

A epilepsia é uma doença do sistema nervoso não contagiosa e não hereditária.

As drogas usadas pela medicina alopática são, normalmente, de efeitos anticonvulsivos, isto é, travam os sintomas (parte exterior da doença) sem ir às causas (parte interna e essencial da doença).

A carência de vitamina B6 altera a natureza das ondas cerebrais e constitui uma das causas da epilepsia, conforme demonstrou o médico Baird Cousin, de Lancaster, na Pensilvânia, EUA.

A administração diária de 450 miligramas de magnésio e doses substanciais de vitamina B6 e outras vitaminas do grupo B melhora substancialmente ou cura de vez a generalidade dos epilépticos.

A médica Adelle Davis verificou que a ingestão diária de 450 miligramas de magnésio por 30 crianças epilépticas que estavam sendo medicadas com drogas anticonvulsivas lhes restituiu a saúde, sem necessitarem mais de recorrer a essas drogas.

Segundo a naturopata Linda Clark, na revista Let’s Live, no livro Healing Ourselves (Curando-nos a nós mesmos), o autor, Naboru Muramoto, conta o caso de uma mulher que, depois de um traumatismo na espinha na altura em que tinha 13 anos, passou a sofrer de ataques epilépticos durante 22 anos. Foi-lhe ministrado no fim desses 22 anos de intenso sofrimento um chá, denominado em língua inglesa (oriental day lily tea), que em português se traduz por chá de lírio, ou açucena do oriente, considerado nos países do Extremo Oriente como excelente para o tratamento das perturbações do sistema nervoso. Essa mulher tomou o dito chá ininterruptamente durante 60 dias. Terminado esse período de tempo, nunca mais teve convulsões, não tendo necessidade alguma de voltar a tomar os remédios que lhes tinham sido prescritos pelos médicos assistentes (Linda Clark, A epilepsia, citado in Natura nº 243, de dezembro de 1974).

O livro How to get Well, do médico Paavo Airola, indica as exatas dosagens de vitamina B6 e de outras vitaminas para a cura natural dos epilépticos.


Fonte de pesquisa:
http://naturopatia.blogs.sapo.pt/arquivo/1068245.html